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terça-feira, 11 de junho de 2013

Jornal O Mossoroense - Itep aponta que arquiteto morto em João Câmara foi esganado

Petrônio Ulisses, estrangulado.Petrônio Ulisses, estrangulado.Laudo expedido pelo Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) de Natal aponta que a causa da morte do arquiteto Petrônio Ulisses Costa, 27, cujo corpo foi encontrado na última sexta-feira (7) numa lagoa localizada no município de Poço Branco, foi morto por "constrição no pescoço" (esganadura), que impede a respiração. A perícia confirmou o que a polícia já desconfiava, que o arquiteto foi enforcado manualmente até a morte.
O médico-legista Abelardo Rangel, do Itep, entregou o resultado do laudo cadavérico à Polícia Civil, responsável por investigar o crime.
"Não dá pra dizer com que ele foi enforcado, pois o corpo estava em avançado estado de putrefação. Mas é muito provável que tenha sofrido uma esganadura", disse o médico-legista em entrevista à imprensa da capital.
O laudo definitivo contendo todos os detalhes da causa-morte ainda não está concluído. "Estamos aguardando alguns exames complementares que podem apontar se houve ingestão de alguma substância química", explicou. 
Quando o corpo foi encontrado a Polícia Militar informou que havia marcas de tiros na cabeça, mas o legista negou que a vítima tenha sido assassinada a tiros.

ENTENDA O CASO
O arquiteto, sobrinho do vice-prefeito de João Câmara, foi visto com vida pela última vez na noite da terça-feira (4). Petrônio desapareceu depois de sair de um bar que fica nas proximidades da igreja de João Câmara, por volta das 22h.
Na madrugada da última quinta (6), três adultos e dois adolescentes chegaram a ser detidos e levados à delegacia. Dois deles foram presos no bairro de Mãe Luiza, em Natal, onde a polícia encontrou o carro do arquiteto. 
Os demais foram presos poucas horas depois, em João Câmara, também sob a suspeita de terem participado do desaparecimento. Porém, por falta de provas, a Justiça não concedeu os pedidos de prisão temporária solicitados pela polícia e mandou soltar os presos.



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